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“Meu Filho é um Craque” leva astral da Copa à tela do cinema

Por Vinicius Fantezia



Em “Meu Filho é um Craque”, Fourmi, cuja tradução significa “formiga”, é o apelido de um menino que sonha em ser jogador de futebol. O garoto é chamado dessa forma por causa de seu físico diminuto. Esse amor pelo mais popular dos esportes é o principal elo que ele encontra com seu pai, um homem com uma vida difícil e muitos problemas por toda sua trajetória.

O filme, que estreia nos cinemas em 24 de novembro, tem roteiro e direção do francês Julien Rappeneau e traz como protagonistas duas estrelas do cinema francês. François Damiens é Laurent, pai do menino Theo (Maleaume Paquin). A mãe do garoto, por sua vez, é vivida pela sempre bela Ludivine Sagnier (“Swimming Pool”, “Lola e Seus Irmão” e “Lupin”).

Seguindo um consagrado – mas eficiente – argumento que coloca uma mentira como centro da trama, o longa nos toca com o poder de mostrar como é desafiador educar uma criança, e o quanto essa fase pode contribuir para o crescimento dos próprios pais. Através de fábulas sobre a importância da formiga, vemos que o apelido escolhido para o menino é mais que perfeito.

Para amantes do esporte, o filme traz diversos elementos interessantes. O menino é fã do atacante Antoine Griezmann, e usa a pouca altura do ídolo como justificativa, argumentando que ele também pode ser um jogador profissional baixinho. Esse universo se passa em uma França renovada, que antigamente era conhecida como um país que não gostava de futebol, mas, após sediar e vencer o Mundial de 1998, mudou sua relação. Atualmente, o país é o campeão do mundo, pela Copa de 2018.

Outro ponto interessante de “Meu Filho é um Craque” é o desejo de Fourmi em jogar na Inglaterra e sua paixão pelo Arsenal, um grande clube inglês que foi destino de vários atletas brasileiros quando chegaram na Europa.

Mantendo o espírito leve da história em quadrinhos "Dream Team", dos espanhóis Mario Torrecillas e Artur Laperla, da qual o roteiro foi adaptado, “Meu Filho é um Craque” resultou em uma deliciosa comédia que mostra que o crescimento de uma família pode começar em pequenos detalhes. E por falar nisso, o apoio familiar também esteve presente nos bastidores da produção, pois a bela trilha do filme foi toda composta por Martin Rappeneau, irmão do diretor Julien Rappeneau. Ela, inclusive, está disponível no Spotify.

Em período de Copa do Mundo, o filme exemplifica bem como o futebol pode ser importante para a construção de relações familiares, e neste caso isso fica bem claro pelo amor entre pai e filho.

Como dizia um dos maiores treinadores de todos os tempos, o italiano Arrigo Sacchi, “o futebol é a coisa mais importante dentre as coisas menos importantes”.


Confira a programação


Petra Belas Artes

Terça-feira (15/11) às 14h

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